rasga o papel,
o verbo
e o coração:
a folha vazia,
pensamento em demasia,
caneta na mão.
viver
de ver
pela vitrine:
de fora
ou de dentro?
sou o manequim ou
o transeunte desatento?
ali parado,
sentado num quadro,
destilando charme.
te imagino tocar-me
feito clave de sol,
roçar-me a barba
sob o lençol.
desde aqui te miro,
suspiro
e me atiro.
os olhares se cruzam:
me viro.
Adorei o último! hahahaha
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