quinta-feira, janeiro 18, 2018

respira...

dói (ainda), se permita sentir até cansar os olhos já secos. vai doer, mas depois vai passar, como invariavelmente passa.
e o que fica, finca fundo na pele uma bandeira, mais uma: sobrevivi, fortifiquei. vê?
a gente segue cambaleante até encontrar uma boa dose de equilíbrio perdido. e, nessa espera, o corpo dança e a queda do giro impulsiona o salto adiante!
leva tempo, eu sei, mas o tempo leva. vento forte, brisa suave, respira, respira, respira...

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