terça-feira, agosto 22, 2017

centelha.

sua luz vinha de longe,
deslizou calma e certeira,
cruzou o espaço, feito abraço
e, mesmo se não está, clareia.

de um riso solto e tão bom
que dá vontade de guardar
e usar naqueles dias frios
como um suspiro solar.

p'ra que o calor se expandisse,
o peito desapertou!
"leva tempo", eu disse.
e o tempo levou...

presença-ausência que o peso alivia,
saudade bate quando ninguém vê.
sua multidão de sol me irradia,
vou derretendo sem saber por quê.






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