(sou do mundo)
sou um verso vagabundo.
transitando mapas astrais,
sonhando quadros surreais
com desejos ancestrais,
vou querendo...
nem dei a volta e o mundo mudou!
cocei a cabeça
e a dúvida não passou.
demorei à beça
e meu rio estancou.
então sou sendo o que nunca fui,
escrevendo o que não mais flui!
esquecendo que eu posso já nem ser
que eu posso já nem...
que eu posso já.
que eu posso!
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