São cabelos, dedos e pernas
nos frios lençóis emaranhados.
Línguas que acariciam a suave textura
dos corpos ali deitados:
descobertos, desvelados.
Na penumbra noturna que atravessa a janela,
balbuciavam palavras suspiradas
ritmando os movimentos
entre unhas e risadas.
Dos doces acasos em madrugadas adentro
do não-saber.
A vivência momentânea
das relações contemporâneas
do ser.
♥
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